quarta-feira, 23 de junho de 2010

Vamos lá, eu estou esperando.

Nao me importa o que voce diz, so quero descancar minha cabeca.
Nao me importa se teus pes estao suados, eu so quero seguir caminhando, venha comigo, eu te mostrarei a direcao, sempre e quando voce saiba o que dizer na hora correta. Porque na verdade eu nao quero ficar sosinha nesta noite de inverno, voce esta sempre rindo das coisas bobas, e sonha com ser presidente. Estamos aqui esta noite, jogados neste chao esperando que algum dos dois se levante, nao que seja algo ruim, é só que voce tem labios sucidas.
Porque fazemos isso, como e quando, nao sei, continuamos amigos, venha cá, deite-se do meu lado da cama, é sua vez de escolher a musica. Vamos lá, estou esperando.
Deite-se do meu lado da cama, em cima das minhas meias. Vamos lá, eu estou esperando.
Vou falar pra mim mesma, mais nao se preucupe que nao vou acretidar. Vamos lá, eu estou esperando. Esta foi a voz que eu usei pra confundir este barco, e o este foi o mar que levou as minhas verdades. As letras desta cancao vao se inundando nas suas propias magoas, eu nao quero te deixar ser a noite sosinho.
Quero esquentar tua mao, quero desfazer os teus cachinhos.
Vamos lá, a musica esta tocando, e voce segue ai jogado no chao, sugando minha energia, vamos lá senhor labios suicidas. Porque nao há nada mais a fazer, entao esta é a caixa que eu escolho, é muito veneno para mim, nao há nada mais o que fazer, mais nunca tive tanta coisa em jogo. Suas verdades contra as minhas. Alguem pra machucar e deixar pra tras.
Algo emprestado, algo novo e algo azul. Vestido branco, e voce segue jogado no chao, deite-se do meu lado da cama. Vamos lá, eu estou esperando.

Um comentário: